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ZeferinoEntrar

Como funciona

Um mapa do que você sabe, medido contra quem fez a prova

Cada resposta mexe num mapa por disciplina, tema e subtema do programa oficial. O mapa decide a próxima questão, e a tela diz por que ela foi escolhida.

Os modosQuatro modos, quatro perguntas

O app nasce medindo, e só depois treina

Na primeira abertura não há abas: só “Nada medido ainda” e o botão da sondagem. O resto aparece quando há mapa para usar.

Sondagem: 35 questões para o primeiro mapa

As 35 primeiras respostas passam pelas dez disciplinas. Nessa fase o motor busca cobertura, e não lacuna: antes do mapa não há lacuna conhecida para perseguir. Não é uma prova de nivelamento que se joga fora; são questões reais, com gabarito, e cada resposta já conta no mapa.

Foi medido antes de virar regra: em 35 questões a sondagem toca as dez disciplinas, e o treino, começando do zero, toca nove e mede menos pontos do mapa. Os dois erram a previsão por igual; a diferença é quanto do mapa fica desenhado.

Treino: a lacuna que mais custa, não a disciplina mais fraca

Ser fraco em Filosofia, que vale 3 das 72 questões, não justifica uma sessão inteira de Filosofia. O treino pesa cada ponto do mapa pelo peso dele na prova e pelo quanto você está abaixo do candidato médio ali, e mira questões em que a sua chance de acerto fica perto de 70%: difíceis o bastante para ensinar alguma coisa, possíveis o bastante para não serem sorte.

Revisão: só o que você já respondeu

A revisão só oferece questões já respondidas, começando pelos temas em que a certeza mais esfriou. Quem nunca respondeu nada não tem o que revisar, e o app diz isso em vez de fingir. Para quem volta depois de meses, o app sugere a revisão, e não uma sondagem nova: o rating sobreviveu, só a certeza sobre ele caiu.

Simulado: 72 questões, cronometrado, sem correção até o fim

Uma prova no formato da 1ª fase, na distribuição da edição mais recente. É o único modo que não olha para você, e é de propósito: se o simulado servisse o que o motor acha adequado, comparar o previsto com o real mediria o motor contra ele mesmo. Amostrado pela prova, o resultado vira a régua externa que diz se o motor ficou otimista.

ResponderTrês passos, sempre no mesmo lugar

Marcar, dizer a certeza, responder

Os três passos ficam à vista desde o começo, logo abaixo das alternativas, com o botão desligado e uma linha dizendo o que falta.

1

Marcar

Tocar numa alternativa só a seleciona. Quem envia é o botão: um toque errado não vira resposta gravada, e a resposta gravada não se desfaz.

2

Dizer quanta certeza

Certeza, eliminei ou chutei. A pergunta vem antes do gabarito porque depois dele ninguém lembra direito se tinha certeza.

3

Responder

O veredito diz certa ou errada, a resposta, quantos candidatos acertaram na prova e o que mudou no mapa. A chance que o motor dava só aparece aqui, depois: mostrada antes, ela puxaria a sua certeza.

  • Grifar e riscar, como no papel.Selecione um trecho do enunciado para grifar; o ✕ ao lado de uma alternativa a elimina. As alternativas que você eliminou vão junto com a resposta.
  • Teclado.A a D marcam, 1 a 3 dão a certeza, Enter responde e depois avança. Shift com a letra elimina.
  • Se a rede cair.A resposta fica na tela com um botão para enviar de novo. O servidor reconhece o reenvio e não grava duas vezes.
  • Se a questão tiver defeito.“Relatar problema” fica ao lado do botão. Antes de responder, dá para relatar e pular: a questão não conta nem como acerto nem como erro.

A certezaPor que o app pergunta

Com quatro alternativas, um chute em cada quatro acerta

Sem saber como você respondeu, o mapa leria sorte como conhecimento. A certeza declarada muda o peso de cada resposta.

Peso da resposta no mapa
CertezaElimineiChutei
Acerto1,00,70,4
Erro1,31,00,6

Multiplicador do passo do motor. Sem declaração o fator é 1,0.

O erro com certeza é o que mais pesa, e não é castigo: ele mostra uma ideia errada, alguém acreditando em algo que não é. O erro depois de um chute mostra só que faltava o conteúdo.

O acerto no chute é o que menos conta. Na mesma lógica, a mesma questão respondida pela segunda vez conta metade: na segunda vez você pode estar lembrando da alternativa, e não sabendo o conteúdo.

A réguaDe onde vem a dificuldade

A dificuldade não é palpite: é quantos candidatos acertaram

Os relatórios da Comvest dão, para cada questão, a parte dos candidatos que acertou: o índice de facilidade. É dele que sai a dificuldade de 920 das 1.068 questões do acervo.

O rating usa a escala do sistema Elo, o mesmo do xadrez, com um ajuste que a Unicamp exige: como são quatro alternativas, a chance prevista nunca cai abaixo de 25%. Um modelo feito para as cinco alternativas do Enem ou da Fuvest superestimaria o que você sabe, sempre para o mesmo lado.

Zero é o candidato médio da Unicamp, por construção. O seu rating não é guardado num número só: é a soma de quatro parcelas, geral, disciplina, tema e subtema, e cada resposta mexe nas quatro. A parcela geral vê todas as respostas e firma depressa; a do subtema vê poucas e se mexe pouco. Por isso um mapa com poucas respostas já é útil, e não um monte de zeros.

O índice vem publicado nos relatórios de 2013 e de 2018 a 2024; de 2014 a 2017 ele é calculado da distribuição das respostas, que o relatório traz. As questões de 2025 e 2026 ainda não têm relatório: entram com a dificuldade mediana da disciplina e ficam marcadas como estimativa no banco. Por enquanto o motor as usa como as outras.

Acertar e errar não valem o mesmo
QuestãoChanceAcertoErro
A mais fácil do acervo95%+4,5−93,9
A mediana54%+32,9−38,6
A mais difícil do acervo26%+5,5−2,0
Impossível25%+0,05−0,02

Quanto o rating se move, para um aluno no nível do candidato médio e um passo de 100 pontos, com as questões do banco de hoje. Acertar o impossível não é sinal de nada; errar o trivial diz muito.

O mapaEstado é forma, não cor

Cinco estados, e dois deles não são veredito

O estado de cada ponto é contra o seu próprio geral, e não contra o candidato médio: a pergunta que o mapa responde é onde você está melhor e pior.

Acima do seu nívelMais de 40 pontos acima do seu geral.
No seu nívelDentro da faixa de 40 pontos. Não é elogio nem crítica.
Abaixo do seu nívelMais de 40 pontos abaixo do seu geral.
Pouco medidoMenos de duas respostas inteiras ali; resposta antiga pesa menos. O número aparece, o veredito não.
Não medidoNenhuma resposta ainda. É diferente de fraco.

O rating não cai com o tempo; a certeza sobre ele, sim. Um tema medido há quatro meses continua provavelmente sólido, só que não confirmado, e entra na fila da revisão. Dizer que você piorou sem nenhuma resposta nova seria inventar.

Símbolo e palavra, sempre juntos. Os estados vêm da página de cotações do jornal: funcionam impressos, com filtro de cor e para quem não distingue cores. No mapa não há vermelho nem verde.

A projeçãoNa unidade da nota de corte

Quantas das 72 você acertaria hoje

A projeção é contada em acertos, a mesma unidade em que a Comvest publica os acertos do último convocado de cada curso. A comparação é direta, sem conversão.

44de 72

Projeção · exemplo

Provável entre 39 e 49 acertos na 1ª fase, se a prova fosse hoje.

No mapa, você escolhe até três cursos e a modalidade em que concorre, e a reta mostra os três ao lado da sua faixa. Embaixo, o app diz em quantos cursos, entre os que têm número publicado na modalidade escolhida, a projeção alcança o do último convocado.

A faixa é o erro do modelo medido em teste, cerca de 7 pontos percentuais para cada lado, igual para todo mundo. Não é uma medida da sua incerteza, e o app diz isso. E a projeção não é promessa: a linha do corte se move a cada edição, com a prova e com a concorrência.

Os testesFeitos para poder falhar

O motor erra quanto?

Antes de ir ao ar, o motor prevê as respostas de alunos simulados que ele não conhece: com a habilidade variando de questão para questão, desatenção e sorte acima do chute. Cada perfil faz 12 rodadas: 120 questões de sondagem e depois 72 escolhidas pelo treino.

Previsto contra real
PerfilPrevistoRealErro médio
Forte em exatas67%63%5,9 p.p.
Forte em humanas67%63%5,4 p.p.
Uniforme mediano67%66%5,7 p.p.
Iniciante58%52%6,6 p.p.

Teste de calibração do motor, rodado em 23 de setembro de 2026: o acerto previsto nas 72 questões de cada rodada contra o real. São 12 rodadas por perfil porque uma só não mede nada: com 72 questões, o erro padrão de uma medida sozinha é de quase 6 pontos percentuais.

O motor tende a ser um pouco otimista, e a tabela mostra quanto. No app, o simulado existe para medir isso com questões que o motor não escolheu: sorteado pela distribuição da prova, ele é a régua externa que acusa quando a previsão descola do real.

O que fica de foraDito antes que alguém procure

O que o Zeferino não faz

  • Não tem resolução comentada.O acervo tem gabarito e a distribuição oficial das respostas, não resoluções. O veredito diz a resposta e onde os candidatos erraram.
  • Não tem botão de pular.Pular sem motivo deixaria fugir das questões difíceis e inflar o próprio mapa. Pular existe só junto de um relato de defeito.
  • Não serve para a 2ª fase.O acervo é da 1ª fase, de questões objetivas. A 2ª fase, com redação e questões dissertativas, fica de fora.
  • Não adivinha a causa do erro.O app não sabe se você não sabia, errou a conta ou leu mal. A certeza declarada é o único sinal que ele pede.
  • Não usa o tempo contra você.O tempo de cada resposta é guardado, mas não mexe no rating.
  • Não promete aprovação.Nota de corte é referência histórica. O app mostra onde você está contra ela, e só.